sexta-feira, 10 de junho de 2011

Almocinho especial


Hoje preparei o almoço pensando no meu digníssimo, e lembrei que o dia dos namorados é no domingo. Logo, muita gente vai comemorar com um almoço especial no lugar do jantar, ou ambos. Então aqui vai outra dica para o dia mais romântico do ano =) Aqui em casa funcionou direitinho e ainda estamos na antevéspera!

Arroz é moleza né! Vamos nos ater ao prato principal e ao acompanhamento: lagarto recheado e couve-flor gratinada. Desta vez as preparações não são tão rápidas, então é bom se programar.

Para o lagarto recheado uma peça de 800g é o suficiente. Na verdade, se for só para dois vai até sobrar, mas é difícil achar uma peça menor. O melhor é temperar na véspera. Sal, pimenta, azeite, cebola, alho e uma dose de conhaque. A dica é furar toda a carne para o tempero penetrar bem. Além desses, faça um furo central para encaixar a lingüiça. Se preferir, substitua por uma cenoura.

Numa panela de pressão, sele bem todos os lados da peça, até ficarem bem dourados. Acrescente água fervente até cobrir a carne. Cozinhe por cerca de 40 minutos. Fatie a carne e decore.

Para a couve-flor, desmembre o cacho e cozinhe no vapor. Paralelamente prepare o molho bechamel. Essa parte precisa de dedicação, não dá para parar de mexer o molho até chegar ao ponto. Demora um pouco. Despeje o molho sobre a couve disposta num refratário e leve ao forno médio até gratinar.

Uma saladinha sempre cai bem. Escolha a que preferir e bom apetite!

Molho bechamel
30g de manteiga
30g de farinha de trigo
500ml de leite
sal e noz-moscada

Derreta a manteiga em fogo baixo numa panela de fundo espesso. Junte a farinha e misture com um fouet por 3 minutos. Acrescente o leite frio sem parar de mexer até começar a ferver em fogo médio. Abaixe o fogo e deixe por mais dez minutos misturando frequentemente. Tempere com sal e noz-moscada.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Pasta e manjericão



Mais um ponto pra mim (xô, zica!). Pene com molhinho delícia de tomate com manjericão. Rapidinho de fazer e com um aroma de abrir qualquer apetite.
Para três porções usei três xícaras cheias (das de chá) de massa, cozida apenas em água e sal. Não se deve usar óleo nem azeite no cozimento de massas pois ele penetra o macarrão, que não absorve o molho direito, já que está ‘selado’ pela gordura.
O molho levou dois dentes de alho picados, três tomates bem maduros picados, sal, pimenta e folhas de manjericão a gosto. Tudo refogado no azeite numa frigideira grossa e larga. O manjericão vai no final com o molho já cozido. A cozinha fica perfumada a cada ingrediente colocado na panela.
O resultado é excelente! Bonito, cheiroso e saboroso. Bom para um jantarzinho a dois (dia dos namorados chegando...). Para quem evita ou não gosta de carne, está pronto aí. Mas para quem não dispensa uma proteína, um filé cai super bem como complemento. Com um bom vinho para acompanhar, será uma refeição especial.

PS: No GBarbosa do Shopping Riomar tem manjericão fresco =)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pão de queijo bão


Consegui! Depois da experiência com o Copo americano fail, cheguei ao resultado esperado. Na verdade faltou um micro sal, mas deu certo. Ficou com a consistência exata. Como as pilhas da câmera fotográfica acabaram, decidi postar um vídeo com a ajuda da minha garota-propaganda (que quase me expulsa do vídeo hahaha).


Usei a receita de Pão de queijo da Vovó da Revista Gula como base, mas fiz apenas a metade. Uma sugestão deliciosa para um fim de tarde com a família, ou até para o lanche da garotada. O preparo é fácil e rápido. Experimente!

domingo, 5 de junho de 2011

Brigadeiro e praliné de amêndoa


E há dias em que um simples brigadeiro causa uma alegria imensa. Precisava dessa satisfação depois de uma semana estranha, morna, atípica. E ela veio com chocolate, leite condensado e praliné de amêndoas. Também não dá pra fazer tudo super básico, né? Deixei o granulado de lado novamente e experimentei a ‘farofinha’ de caramelo e amêndoas! A combinação ficou perfeita.

Aliás, desta vez usei manteiga na preparação do brigadeiro. Deu um toque diferente no sabor, mas não na consistência. E decidi não usar creme de leite para manter uma textura mais firme para enrolar.

Fazer o praliné é super simples. Açúcar, amêndoas e.. só. Basta torrar levemente as lascas de amêndoa e incorporá-las ao açúcar aquecido até o ponto de caramelo. A mistura deve ser despejada sobre uma superfície lisa e levemente untada com óleo. Quando esfriar é hora de triturar tudo.

TODOS os ingredientes para o praliné =)
O ponto da ‘farofa’ depende de você. Se quiser com mais pedaços triture com as mãos ou algo que possa quebrar o doce, mas para uma consistência mais fina o liquidificador ajuda muito. Foi o que eu fiz.

Além de envolver os brigadeiros, usei o praliné também para rechear os docinhos. Ficou uma delícia. Recomendo =)
antes de ser triturado o praliné parece um pé-de-moleque

sábado, 4 de junho de 2011

Copo americano fail

tão bonitinho, o pão de queijo de potinho o.O
Não gosto da norte-americanização do nosso vocabulário, mas existem ocasiões em que elas se encaixam perfeitamente. Nesta semana, por exemplo, aconteceu uma dessas. Há alguns dias, li uma matéria na Gula e fiquei inspirada a fazer pão de queijo. Na última ida ao supermercado achei o polvilho doce e fui pra casa toda empolgada.

aqui o problema já estava instaurado, e o amido, deveras molhado

A receita não é difícil, eu tinha todos os ingredientes, achei que ficaria maravilhoso. Mas graças às minhas teorias loucas de conversão e noção de proporcionalidade detonei o pobre pão de queijo.. Ou quase.

O problema foi o maledetto copo americano. A unidade de medida da receita era copo americano. Eu nunca, ever, uso copos americanos como medida nas minhas preparações; nem sei se algum dos meus copos é equivalente! Copo americano fail.

quase igualzinho =/
Então recorri ao meu livrinho do Sesi – Receitinhas para Você –, herança da minha mãe, que traz uma tabela de conversão. Lá citam-se copos, mas não americanos. Medi os líquidos de acordo com o livro e os secos, num copo que deduzi ser o tal gringo.

Não deu certo. Obviously! De cara a consistência mudou quando misturei secos e líquidos. Sem poder enrolar os pãezinhos, decidi usar forminhas. Genial! Not. Não foi só a consistência que ficou prejudicada. O sabor era puro óleo. Blargh!

Já a aparência ficou boa. E é por isso que vou tentar novamente. Em breve! Mas antes tinha que compartilhar aqui essa minha trágica experiência. Nem só de delícias vive uma cozinheira, muito menos uma aprendiz!

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