Assim como na vida real, a Isadora é mais uma vez a estrela da Casa da Gabriela virtual. Desta vez ela mesma fez a receita de bolo de milho, que está no livro Receitas da Fazenda – Cocoricó, que a madrinha Zizi deu a ela.
Eu filmei com uma câmera fotográfica, por isso perdi o foco várias vezes. Culpa única e exclusivamente do equipamento =). Divirtam-se!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Cheescake floresta negra
Já contei o quanto gosto de base feita com bolacha para tortas doces. Sempre usei biscoito maisena, mas desde a semana passada tento usar a bolacha de chocolate para fazer uma sobremesa diferente.
O que pode combinar com chocolate e o crème do cheesecake? E o que fica bonito em conjunto com eles? Visita mental rápida à despensa… cereja! Chocolate + chantili + cereja = floresta negra. Cheesecake floresta negra. Decidido.
Mais uma prova de que essa torta é superversátil. Pode satisfazer todos os paladares mudando apenas a cobertura. E apresenta excelentes combinações estéticas.
Imagine uma reunião com amigos, encontro de comadres, churrasco com o casal amigo do seu marido ou da sua namorada. Uma sobremesa bonita e gostosa cai superbem. O melhor de tudo (sempre): é fácil de fazer =)
Logo, logo quero experimentar a base com biscoito 'aveia e mel'. Desde que a Flávia Sofia me sugeriu na Torta de ameixa penso em uma cobertura que combine bem. Penso como um doce para acompanhar um chá da tarde.
Já estou pensando também em usar figo na cobertura da base tradicional. Figo fresco, desculpa! Pêssego também combina. Ameixa é a preferida aqui em casa. Cerejas frescas é o top. Ainda chego lá.
Base
120g de bolacha de chocolate triturada
![]() |
| Cuidado com o ponto do chantili |
Misturar até formar uma massa compacta. Forrar uma forma de fundo removível e reservar na geladeira.
Recheio
300g de creamcheese
60g de açúcar de confeiteiro
1 colher de chá de essência de baunilha
½ colher de chá de sumo de limão
250 ml de creme de leite fresco batido (cuidado, pois se bater demais o creme vira manteiga)Bata tudo, exceto o creme de leite fresco, até ficar homogêneo. Acrescente sem bater o creme de leite em ponto de chantili. Cubra a base e volte à geladeira por mais três horas. O ideal é fazer de um dia para o outro.
Cobertura
1 vidro de cerejas em conserva
Cortei as minhas e me arrependi. Experimente colocá-las inteiras sobre o creme. Fica mais bonito.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Abobrinha recheada
Gosto de introduzir vegetais na preparação dos pratos principais. Apesar de a minha filha ter um paladar amplo e aceitar bastantes alimentos, ela não gosta de absolutamente tudo, principalmente dos verdes =) Por isso ‘empresto’ as vitaminas de verduras e legumes às carnes.
No preparo do arroz, por exemplo, acrescento cenoura ralada ou substituo a água por caldo de legumes feito em casa (nada de cubinhos industrializados cheios de sódio!). Carne moída é ótima para camuflar vegetais. No molho para macarrão também dá para acrescentar cenoura ralada. Enriquece o molho e não altera tanto o sabor.
No menu de hoje: abobrinhas recheadas com carne. Além da polpa da abobrinha, tomate e cenoura completaram o refogado. Mesmo que ela não coma a cenoura em si, sei que aproveita a vitamina A, os sais minerais, como fósforo, cloro, potássio e cálcio, e vitaminas do Complexo B que se misturam ao caldo da carne.

Como a polpa da abobrinha se mistura bem à carne, quase de modo homogêneo, ela acaba comendo a dita cuja e absorvendo vitamina C e os minerais cálcio, fósforo e ferro. Tudo isso fora a salsinha, rica em vitaminas A, B1, B2, C e D. Salpico as folhinhas cruas quando o prato já está pronto, o que mantém as propriedades.
Uma comidinha gostosa e nutritiva é tuudo de bom!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Dia de Santo Antônio
Não sei se é coincidência (não recorri ao meu amigo Google), mas Santo Antônio, o santo casamenteiro, é festejado no dia seguinte ao dia dos namorados. Mas nada de presentes aos cônjuges, a data é toda para o santo. Quem já é casado agradece e quem ainda está solteiro e quer muito subir ao altar (achei ‘encalhado’ muito pesado!) pede ajuda e dá oferendas ao santo.
Fui convidada para uma festa super bacana pela minha amiga Ana Badyally, e para agradar o homenageado e a anfitriã fiz uma tortinha de legumes e atum bem colorida e saborosa e um bolo de chocolate com pé-de-moleque dos deuses, ops, dos santos! =)
Para a torta o essencial é... um liquidificador! Existem milhares de receitas e revistas de tortas de liquidificador, e a maioria fica muito boa. Essa eu usava com recheio de frango, mas achei que os legumes combinavam mais por causa do colorido.
O bolo de chocolate não tem muita cara de festa junina, por isso acrescentei o pé-de-moleque para dar um charme. E também porque eu adoro pé-de-moleque (pé-de-moleque paulista; aqui em Sergipe pé-de-moleque é o nome de uma iguaria feita de massa de puba – mandioca).
Torta festiva de atum
Massa
50g de queijo parmesão ralado
1 colher (sobremesa) rasa de sal
3 ovos
1 e ½ colher (sopa) de fermento em pó
3 colheres (sopa) de maisena
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de leite
¼ xícara (chá) de azeite
Bata tudo no liquidificador
Recheio
1 lata de milho
1 lata de ervilha com cenoura
1 lata de atum
salsinha, cebolinha
½ cebola ralada
sal e pimenta
Misture tudo e incorpore com metade da massa. Forre uma forma untada e enfarinhada com metade da massa e despeje a mistura de massa e recheio por cima. Leve ao forno médio até dourar.
Bolo de chocolate e pé-de-moleque
A massa do bolo é igual ao que fiz para minha afilhada Rafaela.
Pé-de-moleque do santo
2 xícaras (chá) de amendoim torrado
1 xícara (chá) de açúcar
2 colheres (sopa) de Karo
4 colheres (sopa) de leite condensado
Derreta o açúcar até o ponto de caramelo. Acrescente o Karo e o amendoim. Mexa (lembre-se que o caramelo é muito quente, use uma colher que suporte altas temperaturas). Acrescente o leite condensado (para deixar mais macio). Mexa para incorporar tudo e despeje sobre uma superfície lisa e untada, uma bancada de mármore, por exemplo. Quando estiver morno corte no formato desejado. Disponha as pecinhas sobre cada pedaço de bolo. Se preferir pode cobrir o bolo com uma calda de chocolate e depois com o pé-de-moleque. Delicie-se!
domingo, 12 de junho de 2011
Cansaço e criatividade
Domingo cheio. Crianças, festa junina de escola, crianças, mas uma jantinha depois de tudo é indispensável. Por mais antagônico que pareça, acredito que o cansaço ativa a criatividade, e no final das contas algo inusitado e saboroso surge para selar a noite.
Torradas, pesto e omelete, e para arrematar, tortinha de pêssego e chantili. Delícia.
Para o pesto, que não é como o tradicional, usei um punhado de folhas de manjericão, 4 castanhas-do-Pará, 4 dentes de alho, sal, pimenta e azeite. Tudo bem batido no liquidificador. Quanto maior a quantidade do molho, mais fácil de processar. Fica picante por causa do alho, e o manjericão dá um sabor bem especial. Os dois formam um aroma fabuloso.
Para a base, aproveitei pão francês amanhecido, besuntei com margarina sem sal e levei ao forno por alguns minutos.
O recheio foi uma bela omelete. Para duas porções uso três claras e duas gemas, de ovos bem grandes. Depois de batê-las, acrescentei um pouco de leite para ficar macia, queijo minas padrão picado, salsinha, cebolinha e sal. Frito lentamente a mistura verde-amarela em frigideira antiaderente, com um pouquinho de manteiga e um micro dente de alho (não resisto ao alho).
Sanduíche, mesmo de torradas, pede uma salada. A folha ideal para mim é a rúcula. Não gosto de tomate. Mas a maioria gosta, então sempre coloco na salada.
Primeira parte concluída e devorada. À sobremesa: base de bolacha maisena triturada (meu desejo era que fosse de chocolate, mas...) e manteiga derretida para dar liga. À parte, bati uma caixinha de mistura pronta para chantily (não me condenem, foi de improviso e eu não tinha creme de leite fresco!). Pêssegos em calda para dar textura e sabor e voilà. Uma tortinha charmosa e leve.
É bom exercitar a mente. Fazer comidinhas de improviso, no ‘susto’, empolga, principalmente quando o resultado fica tão bom =)
Torradas, pesto e omelete, e para arrematar, tortinha de pêssego e chantili. Delícia.
Para o pesto, que não é como o tradicional, usei um punhado de folhas de manjericão, 4 castanhas-do-Pará, 4 dentes de alho, sal, pimenta e azeite. Tudo bem batido no liquidificador. Quanto maior a quantidade do molho, mais fácil de processar. Fica picante por causa do alho, e o manjericão dá um sabor bem especial. Os dois formam um aroma fabuloso.
Para a base, aproveitei pão francês amanhecido, besuntei com margarina sem sal e levei ao forno por alguns minutos.
O recheio foi uma bela omelete. Para duas porções uso três claras e duas gemas, de ovos bem grandes. Depois de batê-las, acrescentei um pouco de leite para ficar macia, queijo minas padrão picado, salsinha, cebolinha e sal. Frito lentamente a mistura verde-amarela em frigideira antiaderente, com um pouquinho de manteiga e um micro dente de alho (não resisto ao alho).
Sanduíche, mesmo de torradas, pede uma salada. A folha ideal para mim é a rúcula. Não gosto de tomate. Mas a maioria gosta, então sempre coloco na salada.
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| perfeita: macia e quentinha |
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| o último pedaço é sempre mais gostoso =) |
Primeira parte concluída e devorada. À sobremesa: base de bolacha maisena triturada (meu desejo era que fosse de chocolate, mas...) e manteiga derretida para dar liga. À parte, bati uma caixinha de mistura pronta para chantily (não me condenem, foi de improviso e eu não tinha creme de leite fresco!). Pêssegos em calda para dar textura e sabor e voilà. Uma tortinha charmosa e leve.
É bom exercitar a mente. Fazer comidinhas de improviso, no ‘susto’, empolga, principalmente quando o resultado fica tão bom =)
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